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FCA Touristic Trains: From Culture, through Tourism, going to Experience

Dear friends, followers and visitors,

Many of you came to contribute in “The Life and Our Plans” project,  and we loved to know so many people and hear their stories that we decided to make another invitation.

It is with great joy that this week we started a wonderful project with FCA (Ferrovia Centro Atlantica, a company of  VALE, group) full of history, experiences and new possibilities.

FCA invited us to embark on the challenge of rethinking the experience we have in the trains during the touristic trips between Mariana / Ouro Preto and Tiradentes / São João Del Rey in Minas Gerais, Brazil. As it is a very nice trip, we and FCA would like to invite you to participate in this project, even virtually. Your contributions will help to rebuild the experiences in these tours.

Have you ever been on a train? Where? What do you keep in memory (sounds, scents, visions, interactions)? What are the best memories, and, if so, what the worst? What have amazed you in the journey?

If you didn’t have the opportunity, when we talk about a train what comes to mind? Why have you never been on the train untill now? Never called you? Not interested? Know any interesting case that someone told you, or something you have read on the web about train travel worldwide and has impressed you?

You can contribute by commenting on this post here, or e-mailing us to luiza.dalgrande@ologia.com.br or leonardo.dornelas@ologia.com.br, or at our  profile on Facebook or Twitter. If you want to tell us “live” we can also schedule a chat on Skype, it will be a great pleasure for us to talk to you.

Come aboard with us!

FCA Trens Turísticos: Partindo da Cultura, passando pelo Turismo, indo para a Experiência

Queridos amigos, seguidores e visitantes,

Muitos de vocês se apresentaram para contribuir no projeto “A Vida e Nossos Planos”, e gostamos tanto de conhecer tanta gente e ouvir suas histórias que queremos fazer outro convite.

É com muita alegria que começamos essa semana um maravilhoso projeto com a FCA (Ferrovia Centro Atlântica) / VALE, cheio de história, experiências e novas possibilidades.

A FCA nos convidou a embarcar no desafio de repensar a experiência que temos quando andamos nos Trens Turísticos dos trechos entre Mariana / Ouro Preto e Tiradentes / São João Del Rey (conhecidos também como Trem da Vale). Como é uma viagem muito bacana, nós e a FCA queremos convidar vocês a participar desse projeto, mesmo que virtualmente. Suas contribuições vão ajudar a reconstruir as experiências nesses passeios.

Você já andou de trem? Onde? O que você guarda de lembrança desse passeio? Quais as melhores lembranças, e, se houver, quais as piores? Faltou alguma coisa? Sobrou alguma coisa?

Se ainda não teve a oportunidade, quando falamos de trem o que vem à cabeça? Por quê até hoje nunca andou de trem? Nunca te chamaram? Nunca se interessou? Conhece algum caso interessante que te contaram, ou alguma coisa que tenha lido na web a respeito de trens turísticos pelo mundo afora e que tenha te impressionado?

Você pode contribuir comentando esse post aqui no site, escrevendo pra gente nos e-mails leonardo.dornelas@ologia.com.br ou luiza.dalgrande@ologia.com.br, pelo perfil da Ologia no Facebook ou no Twitter. Se quiser nos contar ao vivo podemos também agendar um bate-papo pelo Skype, vai ser um grande prazer pra gente conversar com você.

Vem! Embarca nessa com a gente!

Life and Our Plans

Dear worldwide followers and friends,

We all experience the speed and the depth of changes of the world as they impact on our lives.

How can we live in the present and prepare for the future? Is there a right way to plan our lives? Should we have specific goals? How should we go about making plans? What could help us navigate the turbulent scenario of change? Is it possible to still think of a master plan to follow? By planning our personal lives, are we also helping the world? How could we bring together  individual and collective well-being?

Those issues are being addressed in a new project Ologia is conducting. We are talking to people interested in contributing with their perceptions in the construction of a new way of creating and implementing a life plan - thinking of the benefit to society as a whole, without losing the individual perspective.

If you want to collaborate, please send an e-mail to leonardo.dornelas@ologia.com.br and we can set up a video-call on Skype. It will be a great pleasure for us to hear from people abroad!

We believe in building new ideas to the world with the participation of people.

Want to come along?

Casa Nova em Breve | New House Soon

Chegou a hora de reformar e ampliar a casa.

Depois de mais de um ano de existência, a Ologia agora tem vários projetos desenvolvidos e prontos para serem divididos com vocês que nos acessam. Em breve teremos aqui alguns espaços novos, além da ampla reforma nas outras áreas da casa.

Assim que estiver pronta convidaremos todos para o open house!

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It’s time to fix things up and make the house bigger.

After over a year, Ologia now has several projects completed and ready to be shared with everyone. Soon we’ll have a brand new space online to share with everyone.

Be on the lookout for our open house!

Design Thinking, Gestores e Empreendedores

Quando a Ologia nasceu há quase 1 ano atrás sabíamos que seria preciso dar ao mercado a oportunidade de, mais do que entender, vivenciar o que é Design Thinking e como ele pode ajudar organizações de qualquer porte a criar um diferencial inovativo efetivo em seus projetos.

Em abril de 2010 a Inventta, empresa de consultoria do grupo Instituto Inovação, veio nos conhecer. Desse encontro surgiu uma ótima parceria – para nós, eles e o mercado. A Inventta tem toda a estrutura para prover suporte ao processo de inovação das organizações, desde busca de tecnologia e competências, até o acesso a recursos e fundos de investimento para fomentar inovações tecnológicas. Eles têm em seu rol de clientes desde new ventures até empresas de grande porte com nomes conhecidos por todos nós. E onde a Ologia entra? A Ologia, por sua vez, tem a  metodologia e visão para ajudar as organizações a descobrir em quê inovar – pra quem, com que propósito, como tornar essas inovações mais desejáveis, como trabalhar o contexto onde essas inovações vão se inserir.

A Inventta conta com uma área especializada em Cultura e Educação, e foi com esse núcleo que desenvolvemos o workshop Business Design, um programa que tem dado a oportunidade a executivos, gestores e empreendedores de experimentar na prática o processo de Design Thinking, para que possam incorporá-lo dentro de seus projetos e estratégias de negócios.

E-D: Paulo Renato, Renata Horta, Bianca Richartz (Inventta), Leonardo Dornelas (Ologia)

A abordagem do workshop foi totalmente desenhada a partir dos pilares do Design Thinking. O programa é projetado para um público de 10 a 18 participantes divididos em 2 ou 3 grupos multidisciplinares. Esses grupos trabalham em cima de problemas e cenários reais de uma das empresas participantes do programa, que são apresentados e escolhidos em consenso pelos membros de cada equipe.

Passamos por cada uma das fases da metodologia, começando pela ampliação e reorganização do problema – fase que denominamos “problem framing”.

O segundo passo é o que geralmente nos traz os melhores feedbacks e que causa mais impacto nos participantes – é o momento de ir pra rua, para os ambientes que compõem o universo do problema, ver e entender as pessoas afetadas pelo processo, seus hábitos, relacionamentos e diversos outros fatores que fazem parte da realidade do que está sendo estudado. Essa é a fase de etnografia, ou observação da realidade.

De volta da experiência, todos trazem uma massa de descobertas que serão processadas e se tornam a matéria prima do processo de geração de soluções que atendem a três pré-requisitos: fisibilidade técnica, viabilidade econômica e desejabilidade.

Todo o workshop é conduzido com o apoio de uma equipe de facilitadores que fazem um forte processamento de aprendizagem garantindo com que as pessoas tragam à cosciência suas tomadas de decisões e que possam de fato ser os grandes catalizadores de inovação em seus ambientes de trabalho.

Uma das edições do Business Design foi feita no Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações), em Santa Rita do Sapucaí, grande pólo tecnológico brasileiro, cidade que mistura o espírito mineiro ao inovador e pulsante Vale do Silício dos EUA. Esse é o relato de Thales Coutinho, diretor da HI Engenharia (Home Intelligence), que é uma das empresas incubadas no Inatel e que desenvolve tecnologias que ainda chegarão às nossas casas para nos ajudar na gestão consciente da eletricidade.

“A HI Engenharia é uma empresa focada em sustentabilidade energética, e possui produtos e soluções na área de medição e gerenciamento de energia. Desde a fundação a HI tem alta capacidade técnica, e com o tempo fomos percebendo a necessidade de uma melhor compreensão do mercado, principalmente no lado do cliente, no sentido de entender as reais necessidades do consumidor e de qual forma nossos produtos devem ser inseridos no mercado. A participação da HI no workshop Business Design realizado pela Ologia e Inventta mostrou um novo processo de desenvolvimento, voltado para o cliente e para suas necessidades.

Um ponto que chamou muito a atenção é lado informal do treinamento, se diferenciando dos “workshops padrões” onde os instrutores “falam” e os alunos “ouvem”. Durante o workshop o Design Thinking é vivenciado na prática, desde o primeiro minuto até o último durante os dois dias. Outro ponto que chamou atenção foi a etapa de etnografia, a pesquisa externa, quando realmente ‘fomos pra rua’ ver e ouvir as experiências das pessoas com os fatores que envolvem o projeto.

O workshop foi de grande valia para a HI, e preencheu um grande gap na empresa. Hoje grande parte do aprendizado é aplicado no desenvolvimento de nossos produtos.”


Entre em contato conosco (contato@ologia.com.br) ou com a Renata Horta (renata.horta@inventta.net) na Inventta para conhecer mais sobre o workshop Business Design e ver como você e sua equipe podem ser designers do seu próprio negócio.

Afinal, como diz Tim Brown (CEO da IDEO), “o design é importante demais para deixar na mão só dos designers”.

Design Sem Fronteiras

Uma das coisas que mais nos chama atenção e nos encanta em nosso trabalho é a imensa possibilidade de aplicação do Design no mundo como forma de transformação de realidades sociais, do dia-a-dia das pessoas, e da qualidade desse dia-a-dia.

Estamos desenvolvendo um trabalho muito interessante com uma empresa que desenvolveu uma tecnologia única de detecção e rastreamento do vetor da Dengue. O que impacta isso na nossa vida? Essa tecnologia permite que as prefeituras e estados saibam com precisão onde estão os principais focos de dengue em suas localidades, em tempo real, disponível online, para que agentes do sistema de saúde possam atuar. Fomos contratados por essa empresa para ajudar esses agentes de campo das prefeituras a criar novas soluções para as barreiras encontradas em seu dia-a-dia contando somente com os recursos disponibilizados pelo Estado.

Qual o resultado esperado? Que eles tenham mais ferramentas (simples e sustentáveis) para auxiliá-los a diminuir o número de focos de dengue e por conseqüência o índice de contaminação. Ou seja, mais qualidade de vida para a sociedade.

A cada dia vemos mais e mais iniciativas em todo o mundo nesse sentido. Bill Moggridge, co-fundador da IDEO, no documentário “Objectified” fala que por estarmos num mundo contectado a ideia de projetar para outra comunidade em outra parte do mundo está se tornando algo habitual. Antes tínhamos o sentimento de que a África ou Ásia estavam tão longe que daqui não se poderia fazer algo por eles. Hoje, por esse sentimento de estarmos conectados, isso é possível.

Uma das iniciativas que mais tem nos chamado a atenção é o The Kopernik, uma loja online de tecnologias inovadoras projetadas para realidades sociais subdesenvolvidas ou em desenvolvimento, apresentadas por ONGs para serem viabilizadas por pessoas como nós.

Como funciona? Empresas com tecnologia inovadora apresentam seus produtos à The Kopernik. Se cumprir os requisitos de ser benéfico de alguma forma são disponibilizados no site para que ONGs apresentem propostas de utilização, que também são analisadas. Se tudo estiver OK a iniciativa é disponibilizada no site para que pessoas como nós e vocês possam ajudar a viabilizar a produção de tal tecnologia para a iniciativa.

Você pode ajudar para que uma comunidade sem água potável no Sri Lanka tenha acesso a um dispositivo portátil de purificação de água para consumo doméstico, ajudando a diminuir o índice de mortes por doenças gastro-intestinais.

Isso é design sem fronteiras.

Lugar de Design(er) é na rua

Uma das coisas mais bacanas de começar uma empresa tem sido a oportunidade de nos apresentarmos ao mercado e descobrir que existem várias pessoas e empresas abertas a pensar como nós pensamos aqui na Ologia. Temos conhecido vários profissionais do mercado de inovação e design mineiro, e um dos pontos que encontramos em comum é a idéa de “começar pelo começo”, ou seja, começar os projetos pelas pessoas e suas experiências.

Projeto realizado pela Ologia com Catadores de Lixo Reciclável | Foto: Fernando Lara

Sempre que estamos com parceiros ou clientes, ou quando escrevemos aqui sobre a importância do trabalho multidisciplinar no desenho de um novo produto, serviço ou modelo de negócio não é que só achamos bonito falar assim. Praticamos isso a todo instante. E a questão da multidisciplinariedade não é só reunir uma equipe de várias especialidades. É também somar conhecimentos de outras disciplinas dentro do nosso processo, como a antropologia e a prática da etnografia (ou pesquisa social), e é sobre isso que gostaria de falar um pouco mais.

A etnografia é o estudo de um objeto ou situação pela vivência direta na realidade onde se insere. Sua aplicação no mundo dos negócios é cada vez maior e mais valorizada, pois aumenta exponencialmente a probabilidade de sucesso no desenvolvimento e lançamento de produtos, serviços, processos, campanhas, etc.

Essa prática não tem nada de nova, e pode-se encontrar várias referências por aí como esta. As contribuições da antropologia para o marketing e desenvolvimento de novos produtos ou serviços foram evidencidas por Charles Winnick em 1969, que ressaltava aspectos como os estudos de cultura e subculturas, linguagens não verbais, ritos de passagem, usos e sentidos de objetos de consumo, sensibilidades e tabús culturais e reforçava a importância destas ferramentas da antropologia no auxílio para a compreensão das práticas de consumo.

No nosso processo de trabalho ela se insere na fase de Divergência. É quando vamos a campo onde as coisas acontecem para observar as pessoas e suas relações com o que estamos estudando. É um trabalho incrivelmente rico, que permite ao pesquisador conhecer com mais profundidade o objeto de estudo e suas interrelações, os fatos e detalhes que nunca poderíamos imaginar se tivéssemos ficado dentro do nosso escritório trabalhando com suposições particulares, e que podem ser decisivos para o sucesso de um projeto.

Imersão no projeto, na realidade do estudo. | Foto: Lenardo Dornelas

Imersão no projeto, imersão na realidade | Foto: Leonardo Dornelas

Mas como é isso? Saio e faço o quê? Levo um questionário? Na verdade não existe nada mandatório do que usar e como fazer, mas podemos deixar aqui algumas dicas de como fazemos.

Antes de ganhar a rua passe um tempo pesquisando o que vai estudar, coloque num papel o cenário que você conseguiu ver, anote as interrogações que vierem à sua mente, e, principalmente, elenque os fatores que você acha (por enquanto) que são importantes serem obervados.

Documente tudo com o que puder lançar mão. Fotos, vídeos, áudio, anotações em qualquer pedaço de papel. Tudo isso vai ajudar a montar o quebra-cabeça.

No primeiro encontro busque pela pessoa de “autoridade” dentro do ambiente de estudo. Se for um supermercado, chame o Gerente. Se for numa obra, chame o Capataz. Se for numa comunidade, o prefeito ou líderes comunitários (identifique-os). Busque entender como tudo funciona, o macro, as interligações, os agentes externos que influenciam naquela realidade, as atividades diárias, os acontecimentos curiosos ou perigosos, as surpresas. Use esse momento para se aproximar dessa pessoa de forma que ela lhe proporcione entrada em outros agentes do processo.

Aproveite ao máximo a oportunidade de estar no local: os comportamentos que você vai observar só fazem sentido no contexto onde ocorrem. Não fique com pressa de coletar informações. É um trabalho de detetive, onde uma pista leva à outra, e que pode te levar a desvendar o caso.

Descreva os fatos e suas percepções de como eles realmente acontecem, como as pessoas se comportam, como se interagem, como falam, sem o fator de julgamento ou de prescrição de como aquela ação poderia ser mais eficiente ou de melhor experiência. As ideias vêm depois.

Tome cuidado ao sugerir hipóteses, tente ser o mais aberto possível na pergunta para não direcionar a visão e resposta da pessoa à sua sugestão. Por exemplo, quando quiser saber se outras coisas já foram tentadas em um processo é melhor usar “vocês já tentaram outras coisas” do que “vocês já fizeram do jeito X”.

Busque uma posição de isenção durante a exploração. Se insira no ambiente com roupas neutras, condizentes ao contexto, que não demonstrem nem autoridade nem posição subalterna. Busque empatia de quem está conversando, mas não seja “o seu melhor amigo”. Procure não interferir na realidade do que está sendo estudado, não “faça pelas pessoas”, o objeto de estudo é o outro. Você vai ter o momento de experimentar quando for gerar ideias.

Seja cara-de-pau, afinal, você vai perceber que ninguém vai chegar até você para contar o que quer saber. É preciso criar caminhos para se aproximar das pessoas para conseguir informações.

Pense lateralmente o tempo todo, pois algumas valiosíssimas informações podem estar com pessoas teoricamente fora do processo observado. Um exemplo: os vigias de um shopping center podem dar muitas informações sobre o comportamento das pessoas.

Observar e documentar tudo. | Foto: Fernando Lara

A etnografia é muito utilizada no marketing tradicional para validar ideias ou possibilidades de soluções, e dá ao cliente a possibilidade de prever um pouco do desdobramento do projeto.

No Design Thinking a etnografia (ou Observação) é usada não para validar, mas para recriar uma realidade atuando como uma grande catalisadora de inspirações. Nós fazemos a etapa de Observação com a contribuição de várias pessoas envolvidas no processo, aumentando ainda mais a abrangência da visão global da situação. Os fatos observados funcionam como trampolins no processo de geração de soluções, onde pulamos neles para desenvolver novas experiências com produtos, serviços, processos, marcas, etc. A possiblidade de prever se torna menor, mas a ruptura geralmente é maior.

Comece a colocar um pouco de etnografia no que você faz. Observe mais antes de ter ideias. Busque as experiências reais, aprenda com elas e você perceberá que seus projetos terão muito mais significância e robustez.

BMW – Escultura Cinética

Recebemos essa dica através do Twitter, infelizmente não me lembro de quem foi. Mas sinta-se creditado!

A BMW colocou em seu museu uma máquina maravilhosa criada pela ART+COM. São várias bolinhas prateadas ligadas por micro-fios a pequenos motores individuais, todos controlados por um software que aciona esses motores para criar as formas que a engenharia fornece. Escultura Cinética.

O resultado vivo é o que você vê abaixo. Assista imaginando as possibilidades.

Ologia + Design Thinking

A Ologia utiliza o design como metodologia colaborativa de identificação de problemas e desenvolvimento de soluções centradas nas experiências dos indivíduos.

O resultado desse processo se traduz em novos produtos, serviços, ações e formatos de negócios mais claros e relevantes para a sociedade ou segmentos dela.

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